É assim que a vida passa, correndo, cantando, pulando
E a vida eu vejo passar, sofrendo, calando, bebendo
No tufão de sentimentos acreditando, brincando, amando
Em decepções desiludindo, caindo, entendendo...
Sem pensar em nada vivendo, se entregando
Na sã loucura se perdendo, se achando
No coração, pela alma lutando, chamando
Na vastidão do que não pode ser encontrado, encontrando
Sobrevivendo sem a explicação do que não pode ser explicado
Andando... Apenas olhando, amando, querendo
Tudo que está tão perto, ali onde nunca será alcançado
Sorrindo, sentindo, escutando.
É assim que segue vivendo.
Amizades, amores, paixões.
É assim que se criam ilusões.
Abrindo os olhos fechados pro mundo surreal de canções perfumadas
Perdendo, ganhando, vencendo
Conhece assim o melhor pior de alguém
E o pior melhor do outro além.
A vida rodando sob um céu manchado de sombras pesadas
Despencando pedras, dores e amores em uma mente entorpecida de vida...
Procurando, perdendo, desvendando caminhos cruzados sem direção
Placas guiando aonde vão, lugar nenhum, lugar qualquer
Que mostre o fim do arco-íris, a chegada dos sonhos, a partida do pensamento
Um lugar onde apareça em cores frias, a clareza macia de reconhecer que
Ninguém está vindo de lugar nenhum e nada fará...
Ariel
E a vida eu vejo passar, sofrendo, calando, bebendo
No tufão de sentimentos acreditando, brincando, amando
Em decepções desiludindo, caindo, entendendo...
Sem pensar em nada vivendo, se entregando
Na sã loucura se perdendo, se achando
No coração, pela alma lutando, chamando
Na vastidão do que não pode ser encontrado, encontrando
Sobrevivendo sem a explicação do que não pode ser explicado
Andando... Apenas olhando, amando, querendo
Tudo que está tão perto, ali onde nunca será alcançado
Sorrindo, sentindo, escutando.
É assim que segue vivendo.
Amizades, amores, paixões.
É assim que se criam ilusões.
Abrindo os olhos fechados pro mundo surreal de canções perfumadas
Perdendo, ganhando, vencendo
Conhece assim o melhor pior de alguém
E o pior melhor do outro além.
A vida rodando sob um céu manchado de sombras pesadas
Despencando pedras, dores e amores em uma mente entorpecida de vida...
Procurando, perdendo, desvendando caminhos cruzados sem direção
Placas guiando aonde vão, lugar nenhum, lugar qualquer
Que mostre o fim do arco-íris, a chegada dos sonhos, a partida do pensamento
Um lugar onde apareça em cores frias, a clareza macia de reconhecer que
Ninguém está vindo de lugar nenhum e nada fará...
Ariel
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